Te ver me causa dor
Por que dói tanto?
Não devia. É errado.
Sujo. Sou eu.
Por que tanto amor,
se eu sei que você
não ama a mim?
É justo?
Justiça divina.
Sujeira destinada.
Dor merecida.
Quero um remédio,
paz
E um pouco de
espirito.
Mas não mais
o gostar.
Não mais o
querer.
Não mais o
sofrer sem
o bem querer.
E é justo que
me olhem com
tanto amor?
Tenho pena,
dói também em mim.
Um me desculpe
será o suficiente?
Um me perdoe
surtirá efeito?
Não há poesia em mim,
muito menos bondade,
Apenas confusão
e um punhado de palavras.
Por que dói tanto?
Não devia. É errado.
Sujo. Sou eu.
Por que tanto amor,
se eu sei que você
não ama a mim?
É justo?
Justiça divina.
Sujeira destinada.
Dor merecida.
Quero um remédio,
paz
E um pouco de
espirito.
Mas não mais
o gostar.
Não mais o
querer.
Não mais o
sofrer sem
o bem querer.
E é justo que
me olhem com
tanto amor?
Tenho pena,
dói também em mim.
Um me desculpe
será o suficiente?
Um me perdoe
surtirá efeito?
Não há poesia em mim,
muito menos bondade,
Apenas confusão
e um punhado de palavras.
"Obrigado
Por ter se mandado
Ter me condenado a tanta liberdade
Pelas tardes nunca foi tão tarde
Teus abraços, tuas ameaças
Obrigado
Por eu ter te amado
Com a fidelidade de um bicho amestrado
Pelas vezes que eu chorei sem vontade
Pra te impressionar, causar piedade
Pelos dias de cão, muito obrigado
Pela frase feita
Por esculhambar meu coração
Antiquado e careta
Me trair, me dar inspiração
Preu ganhar dinheiro"
- Obrigado (Por ter se mandado),
Cazuza