"Eu quis você,
e me perdi.
Você não viu,
e eu não senti."
-Legião Urbana
Num
universo paralelo onde as horas se misturavam com os dias, e as semanas passam
na mesma velocidade que as folhas alaranjadas vão ao chão, as pessoas seguravam
seus sorrisos tortos e os protegiam da fumaça e chuva dolorosa. Alguém sussurra
um nome, dois olhos se encontram. Um segundo, que o relógio pareceu contar
erroneamente – meio sem querer -, se passou; uma garotinha distraiu-se, e,
brincando com a vida, deixou seu sorriso voar.
Livre,
ele se foi. Deixou-se levar.
Os
olhos continuavam conectados, os segundos eram dias e alguém percebeu a
passagem das estações. O sorriso da garota ainda fluía, voava à qualquer
olhadela terna e discreta. Ele estava desprotegido, invariavelmente perdido.
Porém,
um dia tudo acaba. Tudo. Sempre.
O olhar
se foi. As folhas das árvores secas continuaram a cair, sem se importar.
Não
havia sussurrar de nomes, abraçar de palavras fictícias e bonitas. Não havia
letras. Não havia algo.
Alguém
partiu. O relógio, apesar de tudo, não se importou.
A
garota, aquela mesma tola, olhava o céu, esperando a volta de seu sorriso, que
fugira com Alguém. Ele, o sorriso travesso, não voltou. Nem com o passar dos
segundos e muito menos com o cair das folhas.
Seu
sorriso partira junto com o amor.
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Oi, eu não morri [: Haha.
Então. Hm. Estou meio sem palavras, por esses tempos, talvez por ter muito a dizer... Talvez porque descobri que nem todas as palavras são úteis para alguém além de mim. Tudo bem. rs'
Alguém-que-talvez-não-exista que leu o texto logo acima, sinta-se honrado... O texto é parte de meu diário pessoal. Haha. Estranho? Sim, meu diário é estranho! o_o
Sayonara... Até algum dia... Que espero que seja em breve, haha.